Wednesday, July 1, 2009
Zerinhos
Quando não escrever um pisso com dois ésses não faz mal a ninguém. E rebater o post anterior e reforçá-lo e trazer o blog escondido para a frente. Pois é isso que motiva quando não apetece. Saber que não é fácil lá chegar ou impossivel mas a grandeza e a elevação afinal não está em meleças, ou vá que até pode estar, mas está mais mais perto fisica e temporal do que julgava. Perto de casa que não foi minha casa antes dos cinco mas que foi sempre a minha casa porque de resto lembro pouco pralém dos pirilampos em cima de uma mesa que não lembro e da garagem lá de trás que não sei se é colado, com ela todas de enfiada seminuas e dum autocarro que me ia matando porque ainda não faziam na altura autocarros com a parte de trás diferente da da frente e imagino quantas crianças terão morrido à pala disso ou que sofrem como eu ainda hoje de pensar nisso. Ou então era estúpido que nem uma porta e só me lembrava do que era importante que eram os aniversários dos amigos. A que hoje, por desculpa desajeitada não me lembro de apontada tirando 3 ou 4 mais próximos mas que isso não conta porque há outros mais próximos de que nunca me lembro portanto não faz sentido. Tenho saudades da confia de escrever na galga sem hesitar a não usar palavra como rimar entre aspas. Quando escrever piço com cê de cedilha porque à moda do inicio é sempre de voltar porque era mais pensado quando não tinha nada em que pensar.
Monday, June 29, 2009
Orgulho
da história dos amigos que na rede me falam por não como eu de terem para bvaralhar o que dizer agora para que ninguºém de se apareceba mesmo que dos erros que dou e às voltas de cabeça que não dei por sair mais cedo para cozinhar um belo caril de frango e meter um sorriso enquanto não me caio de um avião que li e que retenho e que devia relembrar em segredo e não sºo pra mim de 20emvinteminutos. Isto porque umámiga que escreve bem precisa de métricafinada, ou como costumo dizer, colada, mas agora vou preparar um prato que de cansaço a esta hora merece meu doce que mudasti sem ser preciso ice tea porque hoje gosto mais de earl grey.
Wednesday, June 17, 2009
Tomanamacanela
Porqueutomêmassinaquela. Já nem sei porcaquitou sóseicaquivimparar cansado de jogar. Foda-se. Acho que tou sempre cansado dalguma coisa. Que aprendi no colégio a não dizer asneiras e que levei do de história uma bofetada no cachaço e na tromba que me mijei do de educação física que era grande pa caralho mas sabia manter o respeito e de lhe valeram bem as chapadas que hoje se o visse apertava-lhe a mão e dizia-lhe o que já lhe disse vai pa três ou dois anos que não foi o por ordem porque não me lembrei antes que foi há menos tempos. Mas ainda há menos tempo foi ver o Sócrates lá do colégio porque caiu num coiso sem querer da morte saida sem querer. Que hoje está gordo e acomodado ou cansado do desastre das novas gerações ou serão as novas gerações melhores outra vez casnossas? O que é certo é que não o voltei a encontrar quando patrás voltei a correr para lhe dizer o que há dois ou três anos lhe disse com todas as letras se tivesse sido por escrito. E que não disse ao outro apesar de o ter visto uma vez no minipreço de são bento onde ia comprar caixas de guylian em promoção depoois da altura do natal. Esse vi-lhe a luva desenhada aí com uns dez anos e lembro-mas depois de a desenhar ainda com uns 17 ainda era puto e fazer estes jogos de memória levam-me pa dentro da sala de francês num cé le train mal escrito como mandálei, ou para uma aula de história com tinha no maxilar esquerdo e penso o fiz agora porque ainda hoje cus nervos faço estas merdas todazáesquerda. É virilha, é maxilar, é ombro e pescoço. Deve ter desaparecido uns meses pelo meio dos últimos vintanos. Fui à aula daquela quera mais velha onde o santos me diz pa tar quieto e fui pa terra do arlindo onde ainda pequenino me ofertaram vinho porque dizem que de pequenino se torce o pepino mas sem piada porque levámos uma cabazada do putos lá da terra lá pa cima que não me lembro do nome mas que foi uma bela experiência de accueill lá isso foi tanto que ainda hoje penso que fiquei de escrever uma carta simpática ao casal de me acolheu tendo-me semelhante coisa acontecido em milão fajagora uns trejanos. Mas voltando ao que diria se o visse passados trejanos de terem passado uns 15 sem os ter visto que ficarei obrigadus pa todávida mesmo aos dois que sei que já morreram. O que me ensinou a chupar o dedo pa ver donde vinhóvento e o que me proibia de dar beijinhos nas meninas mesmo só pás cumprimentar.
Thursday, June 11, 2009
O que pramié.
O que pratié noite pra minão é. Nunca foi e não sei espiegar o sentimento negativo. Memórias que o fazem dia torto porque mesmo quando faço esforco porque é mesmo assim, parece que nem assim sai assim assim. Se é que me faço entender. Ainda assim, lá estarei esforçado a tentar acordado manter o sincero sorriso e a vontade que será pouca antes de o sair. Mas isto nem é assim por ser a noite que praminão é. É assim porque sou assim assim, ou estou assim assim como assim dizer. Sim. Que seca do caralho. Bem...e com isto volto às lides a pedido só pensado no momento mas eu hoje já estava pelo caminho a pedir porque me estava a apetecer. É de modas como a música e os ensaios, como os livros, como quando o benfica ganha, como um assim assim extremado. Como uma apresentação parada depois de muitandada. Estou aqui a pensar se ainda vale a pena, se será como a noite de passagem de ano que é sempre melhor no dia anterior porque não estás à espera do melhor. Vale, vale (ler em espanhol) ...estás bien...(ler em espanhol do mexico). Fiquem todos legais. Já vos tinha saudades. (ler em português). Ponto
Monday, May 11, 2009
Inspirado
Antes de deitar ainda a começar a trabalhar e inspirado porque amigo puxámigo. Pegado. Descalço para dar o mau exemplo quando sinto que é nestes pormenores que ainda não mudo pelo menos para já, tirando aqueles 3 ou 4 meses estando a ser bastante optimista. Inspirado e cada vez menos colado do que é habitual. Terceira zona de trabalho diário sem contabilizar com os dentes que ainda hão de ser lavados mais uma vez antes de me deitar e as mãos mais duas. Sendo que eu não tenho piada. Olha cá está uma ideia. Segue em video.
Tuesday, May 5, 2009
Ólheuaqui
Ah poisé. Coladito e sorridito criado assim do nada como se nada fosse com dois ésses por extenso só para começar. Porque essa cena de escrever sem pontuação não foi inventado pelo Saramago mas sim pelo fininho. E só meti o sim no final ponto à moda antiga. No fundo estamos preocupados.Contentados. A net é uma ferramenta poderosa. Não me consigo focar. Não consigo achar uma lente que me satisfaça. Ou satisfaça bem como nos testes do unificado. A partir de hoje os meus posts passam a boosts e por aqui vou bostando para simplificar por pode haver quem não perceba o meu ridículo de mim. Tenho que dizer que o twitta podia ser o nome de um ponta de lança do sporting (não há ésses mais minúsculos que as minúsculas..é uma pena). E por hojiontem é só. Só. Totó. Deixaste-te enganar pela minha mãe e rimando até te ficou bem. Tens um bom fundo e eu tenho bom olho. Tens sorte e eu visão. Tens-me por aqui para quando falares verdade. Por falar em fundos ainda não li o artigo dos desktops e a ti é como se ainda não tivesse percebido onde estão as cores do teu fundo. No fundo? Estou sentado numa bola de pilates vermelha. Não é um vermelho normal, é o meu vermelho. Tem menos 20% de amarelo do que o normal.
Monday, May 4, 2009
Desafinados
...em honra (ou em homenagem?) a. Escrever em português e ouvir português ao mesmo tempo é deficele. Mas hoje, já não merece o esforço e tirei. Siga pa uóragi. Nible. Ouve tempos sem agá em que me era mais fácil escrever sem ouvir. Hoje é-me dificil como passar por cima da letra m tendo-a escrito com 3 letras e um hifen. Num dia de cheio sol de cansado e deitado de atelir estendido recebo cagrado noticias dagrado. Provoco a felicidade dizendo-as bonitas no que sinto e caras fadadas ou fodidas à boa maneira de enfarta, se bem que prefiro enfarda, provocadas pelo constante mal acordar que tenho ao sair do prédio. Estes caralhos deviam por os carros no cú. Tá dito. O bonito funciona em formato retribuido sem segundo sentido. E são poucos os que o podem dizer sem o ter medo. Os muitos há prai que advogam não advogando que fazem por fazer quando fazem pra fazer e pra ser feito em dobro, ou como diz a minha mãe, "aí uns três dobros".
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